SUPREMO

Como iniciou toda a desordem institucional ora vivenciada pelo Brasil; análise

Com a soltura de Lula, dólar disparou, bolsa de valores caiu e começou toda a celeuma

05/09/2021 09h56Atualizado há 2 semanas
Por: Redação
Fonte: Blog do Toni Rodrigues
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O placar do STF (Reprodução)
O placar do STF (Reprodução)

Alguém consegue lembrar quando toda essa celeuma institucional começou? Pois eu lembro muito bem.

Foi no dia 7 de novembro de 2019. Naquela data, com voto de desempate do Dias Toffoli, ex-empregado de Zé Dirceu, o STF decidiu soltar Lula da cadeia, para a qual fora condenado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro a 25 anos de cadeia.

Com penas confirmadas pelas instâncias superiores. E pedido de habeas corpus negado, anteriormente, pelo mesmo Supremo.

>>> VOTAÇÃO DO STF QUE DERRUBOU PRISÃO EM SEGUNDA INSTÂNCIA

Pois bem. No 7 de novembro daquele ano o STF soltou Lula. E todos já sabiam que isso ia acontecer. O programa Roda Viva, da TV Cultura, fez pedido para entrevistar o meliante dois dias antes da soltura determinada pela Suprema Corte.

Não fiz adivinhação. Fiz um vídeo de análise. Confira:

Dois dias depois, Toffoli confirma tudo aquilo que já sabíamos iria acontecer. E aconteceu. Ele deu voto de minerva e Lula estava finalmente solto. A estratégia criminosa posta em prática pelo PT e seus aliados, enfim, dera o resultado. E ainda teria outros desdobramentos, agravando ainda mais a situação do país. Mas, antes, veja aqui a LIVE que fiz no dia da votação do STF. Clique e assista:

A economia desandou imediatamente com a soltura do meliante de Garanhuns/Caetés. Veja: “Dólar dispara com Lula fora da prisão e fecha aos R$ 4,17” (revista Veja).

Notícia do Estadão, em 8 de novembro 2019, ao ser decretado fim da prisão em segunda instância: “O dólar opera em alta em meio a mau humor entre agentes financeiros com a expectativa de soltura do ex-presidente Lula, após a decisão do Supremo Tribunal Federal que derrubou a prisão em segunda instância antes do trânsito em julgado dos processos. Às 10h, o dólar à vista subia 0,78%, a R$ 4,1226. O dólar futuro de dezembro estava em alta de 0,38%, em R$ 4,1180.” Leia:

Em março de 2021, novo capítulo da trama rocambolesca, que contou, no meio do caminho, com a participação de hackers e criminosos políticos e jornalísticos, instalados numa suposta empresa de comunicação denominada The Intercept. Lula teve as condenações canceladas pelo ministro Edson Fachin, eleitor confesso da Dilma Roussef, e posteriormente tudo se confirma em plenário.

A economia virou picolé, derretendo ao calor das tensões jurídicas provocadas pela Suprema Corte. Leia o que disse a Gazeta: “Após anulação das condenações de Lula, bolsa despenca e dólar dispara.” Confira matéria.

Enfim, sabemos, sem dúvida, como tudo começou. E sabemos quem começou tudo isso. Resta saber agora como terminará. Como não sou adivinho, apenas um mediano observador da realidade política brasileira e piauiense, me atrevo a dizer que a indignação popular virou um turbilhão de resultados imprevisíveis. E que a bolha aventada pela imprensa subalterna ao meliante do PT está longe de existir.

Vamos comparar, oportunamente. (Toni Rodrigues)

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